Qualquer semelhança com nomes, fatos ou acontecimentos reais, não é mera coincidência!
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
E não é que eu fui parar na Bahia de novo?
Pois é, foi rapidinho.
Viajei na quarta dia 02 e voltei domingo dia 06.
Meu sobrinho casou e a titia coruja foi lá ver aquele lindo casando.
Sim, porque se é meu sobrinho obviamente é também o noivo mais lindo do mundo inteiro.
O casamento foi maravilhoso. Só um babado aqui, outro lá porque ninguém é de ferro né?
Os noivos estavam que era só felicidade e amor. E eu tenho certeza que eles se amam muito viu.
Estão juntos há 8 anos, ficaram separados quase 1 ano e voltaram. Nesse meio tempo ele namorou uma menina linda e querida mas voltou pra sua amada.
Isso pra mim é amor!
E se eles voltaram, mesmo depois de terem vividos outras experiências, quem há de negar que isso é pra sempre?
E eu me diverti muito porque toda minha família tava lá unida, rindo, dançando, fofocando, comentando.
Já falei que minha família é muito engraçada né?
E agora, apara completar, tem a figura do Gabriel, meu sobrinho de 2 anos e meio que, só não esta num circo, porque ninguém descobriu ele ainda.
O moleque só não é mais engraçado porque não cabe. Espertíssimo, falante e inteligente .
Dançou a noite inteira de mini fraque.
Ele foi pajem do casamento junto com outras crianças e um menino gordinho que entrou na frente dele caiu. O sacana do Gabriel teve uma crise de riso no meio da nave da igreja e ficou apontando pro gordinho lá estatelado no chão.
Saí da festa as 3;30 da manhã e só não fiquei mais porque era muito axé pra minha cabeça Brasillllllll!!!
Sim, eu sou baiana da gema mas não dou conta de tanto axé não.
Enjoei, peguei bode.
Mas a festa foi linda, tudo lindo e eu amei.
E pro meu sobrinho lindo e sua Selle, eu desejo toda a felicidade que cabe nesse mundo.
E que eles demorem para ter filhos porque a tia Pat não está nem um pouco interessada em ser tia avó agora ok? Não tenho idade e nem corpo para isso!
Pois é, foi rapidinho.
Viajei na quarta dia 02 e voltei domingo dia 06.
Meu sobrinho casou e a titia coruja foi lá ver aquele lindo casando.
Sim, porque se é meu sobrinho obviamente é também o noivo mais lindo do mundo inteiro.
O casamento foi maravilhoso. Só um babado aqui, outro lá porque ninguém é de ferro né?
Os noivos estavam que era só felicidade e amor. E eu tenho certeza que eles se amam muito viu.
Estão juntos há 8 anos, ficaram separados quase 1 ano e voltaram. Nesse meio tempo ele namorou uma menina linda e querida mas voltou pra sua amada.
Isso pra mim é amor!
E se eles voltaram, mesmo depois de terem vividos outras experiências, quem há de negar que isso é pra sempre?
E eu me diverti muito porque toda minha família tava lá unida, rindo, dançando, fofocando, comentando.
Já falei que minha família é muito engraçada né?
E agora, apara completar, tem a figura do Gabriel, meu sobrinho de 2 anos e meio que, só não esta num circo, porque ninguém descobriu ele ainda.
O moleque só não é mais engraçado porque não cabe. Espertíssimo, falante e inteligente .
Dançou a noite inteira de mini fraque.
Ele foi pajem do casamento junto com outras crianças e um menino gordinho que entrou na frente dele caiu. O sacana do Gabriel teve uma crise de riso no meio da nave da igreja e ficou apontando pro gordinho lá estatelado no chão.
Saí da festa as 3;30 da manhã e só não fiquei mais porque era muito axé pra minha cabeça Brasillllllll!!!
Sim, eu sou baiana da gema mas não dou conta de tanto axé não.
Enjoei, peguei bode.
Mas a festa foi linda, tudo lindo e eu amei.
E pro meu sobrinho lindo e sua Selle, eu desejo toda a felicidade que cabe nesse mundo.
E que eles demorem para ter filhos porque a tia Pat não está nem um pouco interessada em ser tia avó agora ok? Não tenho idade e nem corpo para isso!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
O Egito e seus absurdos
Como todo mundo percebeu, eu fiz a viagem na hora certa né?
O bicho está pegando pro lado de lá e graças a Deus estamos longe.
Eu não queria falar sobre o Egito agora mas me sinto na obrigação de abrir um parêntese no diário de bordo. O Egito que eu conheci era um caldeirão em ebulição.
Uma das coisas que mais me chamou atenção lá foi a pobreza em que vive aquele povo.
É tanta pobreza que a mendicância virou profissão e, depois de uns dias por lá, você começa a achar os malabares daqui a cara da riqueza.
Era tanta gente pedindo esmola que a certa altura aquilo começou a irritar.
Era assim, você entra no banheiro e lá sempre tem uma muçulmana, essa mulher te aponta a pia ( vai que você é cega não é mesmo?), e isso é suficiente para ela te pedir esmola.
Aí você está andando com sua família e quer tirar uma foto de todos juntos, passa alguém e você pede como qualquer pessoa normal do mundo pediria e como qualquer pessoa normal no mundo tiraria certo? Errado, no Egito você tem que pagar para isso.
Ai você pega um navio para descer o Rio Nilo, o navio está parado em Luxor e de repente você escuta vozes ao longe. Abre a janela da sua cabine e lá estão eles, os egípcios em canoas gritando algo do tipo:
"Ôla ôla , senhora, 1 euro, 1 euro..."
Pois é e por aí vai...
No Vale dos Reis, um dos lugares mais maravilhosos que fomos na viagem, não pode tirar fotos. É terminantemente proibido. Se você for pego, paga uma multa absurda.
Para não cair na tentação eu deixei a máquina na van, não resistiria a fotografar a tumba de Tutankamon.
Pois bem, estamos lá na tumba do Ramses II ou quem quer que fosse e, de repente, meu marido é abordado por um dos guardas que tomam conta da tumba. Sim, o cara queria suborná-lo e, caso ele aceitasse, poderia fotografar tranquilamente o que quisesse desde que pagasse, claro.
As pessoas grudam em você, te seguram pelo braço como se você fosse o último sopro de esperança na vida miserável deles.
Não resisti e fiz todo tipo de perguntas aos guias.
O salário mínimo é algo em torno de U$60 e o custo de vida é proporcionalmente bem caro.
A corrupção no governo consegue ser pior do que a nossa, se é que isso é possível.
Quase 80% da população egípcia vive na linha da pobreza.
O dinheiro que entra no país pelo Canal de Suez ( MUITO!!!), é desviado dentro do governo e quase nunca repassado em prol do povo egípcio.
As ruas do Cairo são imundas e o trânsito é tão surrealista que eu não encontro palavras para descrever. tem que ir para saber o que é.
O carro mais visto por lá é Lada , sim aquele russo que foi sucesso no Brasil nos anos 90 e cujo sucesso durou apenas uma estação.
Enfim, não dava para continuar daquele jeito, viver daquela maneira. Tinha que se rebelar sim.
Sou a favor de todas aquelas manifestações, algo tinha que ser feito.
Apesar de tudo isso que vivi lá eu amei o Egito.
Amei visitar os templos, as pirâmides, a esfinge, as tumbas.
Tudo é divino e eu agradeço todos os dias a Deus por ter dado a minha família, a oportunidade de ter ido.
Não sei quando a paz será reestabelecida e quando o Egito voltará a fazer parte do circuito turístico mundial mas, quando isso acontecer, vão e morram de amores como eu morri.
A primeira vez que vi as pirâmides fiquei estarrecida, apaixonada. E ainda teve gente que disse que eu me decepcionaria porque, ao pé da Esfinge, havia uma Pizza Hut.
Lá vou eu levando ao pé da letra e crente que iria comer um pizza no pé da Esfinge. Não é bem assim, tudo fica num parque reservado e a Pizza Hut fica do outro lado da rua. A cidade cresceu sim, desordenada sim, mas as pirâmides estão lá, bem guardas e super bem conservadas.
Desejo que o Egito saia dessa, que o povo egípcio encontre seu caminho, que saia dessa situação absurda que se encontra e que todo mundo possa ter o mesmo prazer que eu e minha família tivemos.
Egito, amor verdadeiro, amor eterno!
As pessoas grudam em você, te seguram pelo braço como se você fosse o último sopro de esperança na vida miserável deles.
Não resisti e fiz todo tipo de perguntas aos guias.
O salário mínimo é algo em torno de U$60 e o custo de vida é proporcionalmente bem caro.
A corrupção no governo consegue ser pior do que a nossa, se é que isso é possível.
Quase 80% da população egípcia vive na linha da pobreza.
O dinheiro que entra no país pelo Canal de Suez ( MUITO!!!), é desviado dentro do governo e quase nunca repassado em prol do povo egípcio.
As ruas do Cairo são imundas e o trânsito é tão surrealista que eu não encontro palavras para descrever. tem que ir para saber o que é.
O carro mais visto por lá é Lada , sim aquele russo que foi sucesso no Brasil nos anos 90 e cujo sucesso durou apenas uma estação.
Enfim, não dava para continuar daquele jeito, viver daquela maneira. Tinha que se rebelar sim.
Sou a favor de todas aquelas manifestações, algo tinha que ser feito.
Apesar de tudo isso que vivi lá eu amei o Egito.
Amei visitar os templos, as pirâmides, a esfinge, as tumbas.
Tudo é divino e eu agradeço todos os dias a Deus por ter dado a minha família, a oportunidade de ter ido.
Não sei quando a paz será reestabelecida e quando o Egito voltará a fazer parte do circuito turístico mundial mas, quando isso acontecer, vão e morram de amores como eu morri.
A primeira vez que vi as pirâmides fiquei estarrecida, apaixonada. E ainda teve gente que disse que eu me decepcionaria porque, ao pé da Esfinge, havia uma Pizza Hut.
Lá vou eu levando ao pé da letra e crente que iria comer um pizza no pé da Esfinge. Não é bem assim, tudo fica num parque reservado e a Pizza Hut fica do outro lado da rua. A cidade cresceu sim, desordenada sim, mas as pirâmides estão lá, bem guardas e super bem conservadas.
Desejo que o Egito saia dessa, que o povo egípcio encontre seu caminho, que saia dessa situação absurda que se encontra e que todo mundo possa ter o mesmo prazer que eu e minha família tivemos.
Egito, amor verdadeiro, amor eterno!
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Vamos falar de Petra?
Pois é, Petra!!!
Eu já tinha noção do que encontraria pela frente, tinha visto na novela Viver a Vida e, desde então, fiquei in love .
Aquelas cenas da Luciana rolando na areia com o fotógrafo gato nunca me saíram da cabeça. E teve também aquela outra cena onde a Helena está num tipo de labirinto e o Thiago Lacerda fotografa ela escondido e depois a salva da picada da cobra.
Bom, esse tal labirinto eu não consegui encontrar, e olha que Petra é bem pequenininha viu!
Enfim, chegamos em Petra e a cidade histórica fica dentro de um parque cuja entrada era bem em frente ao meu hotel.
Tudo lá é lindo, me sentia num filme do Indiana Jones. Aquelas paredes imensas, as vezes formando um corredor, simplesmente deslumbrante. Em alguns pontos nem a luz do sol entrava.
E o guia não parava de falar no tal "tesouro". Não fazia idéia do que era mas pelo que ele dizia a gente estava andando em direção a ele.
Imaginei uma arca protegida por uma vitrine blindada e repleta de jóias que os beduínos roubaram do túmulo de algum rei.
Não, não era nada disso.
Ao final desse corredor você se depara com o tesouro, esculpido pelos nabateus (um povo que tinha lá, o guia que me contou) em uma pedra de 40m de altura, uma coisa impressionante.
O porque dessa construção eu não sei, se o guia explicou eu perdí a explicação por que mi spanol és fueda pero no mucho.
O Indiana Jones teve por lá no primeiro filme.
Mas o fato é que Petra vale cada minuto passado lá e ainda tinha o templo dos reis e o Monastério.
Eu não fui ao Monastério , preferi deixar para uma próxima visita . Mentira, não fui porque era longe, uma caminhada de quase 2 horas e estava todo mundo exausto e o calor senegalês.
Então fica a dica, vá a Petra e morra de amores! Não é a toa que foi escolhida como uma das maravilhas do mundo moderno.
Mohammed, nosso guia querido . Outros Mohammeds vieram mas esse era o mais legal.
Eu já tinha noção do que encontraria pela frente, tinha visto na novela Viver a Vida e, desde então, fiquei in love .
Aquelas cenas da Luciana rolando na areia com o fotógrafo gato nunca me saíram da cabeça. E teve também aquela outra cena onde a Helena está num tipo de labirinto e o Thiago Lacerda fotografa ela escondido e depois a salva da picada da cobra.
Bom, esse tal labirinto eu não consegui encontrar, e olha que Petra é bem pequenininha viu!
Enfim, chegamos em Petra e a cidade histórica fica dentro de um parque cuja entrada era bem em frente ao meu hotel.
Tudo lá é lindo, me sentia num filme do Indiana Jones. Aquelas paredes imensas, as vezes formando um corredor, simplesmente deslumbrante. Em alguns pontos nem a luz do sol entrava.
E o guia não parava de falar no tal "tesouro". Não fazia idéia do que era mas pelo que ele dizia a gente estava andando em direção a ele.
Imaginei uma arca protegida por uma vitrine blindada e repleta de jóias que os beduínos roubaram do túmulo de algum rei.
Não, não era nada disso.
Ao final desse corredor você se depara com o tesouro, esculpido pelos nabateus (um povo que tinha lá, o guia que me contou) em uma pedra de 40m de altura, uma coisa impressionante.
O porque dessa construção eu não sei, se o guia explicou eu perdí a explicação por que mi spanol és fueda pero no mucho.
O Indiana Jones teve por lá no primeiro filme.
Outra coisa que me deixou impressionada foi o preparo do povo Jordano para receber o turista. Todo mundo arranha o inglês ou o espanhol. (Alô povo brasileiro, vamos se tocar que a Copa ta chegando?).
A senhora que cuidava do chiquérrimo banheiro químico falava inglês e me contou que a filha dela era a vendedora da lojinha ao lado.
Consegui entender que ela tinha 9 filhos mas a Riniti ( algo parecido com isso) era a que lhe dava mais orgulho.Mas o fato é que Petra vale cada minuto passado lá e ainda tinha o templo dos reis e o Monastério.
Eu não fui ao Monastério , preferi deixar para uma próxima visita . Mentira, não fui porque era longe, uma caminhada de quase 2 horas e estava todo mundo exausto e o calor senegalês.
Então fica a dica, vá a Petra e morra de amores! Não é a toa que foi escolhida como uma das maravilhas do mundo moderno.
Mohammed, nosso guia querido . Outros Mohammeds vieram mas esse era o mais legal.
O tesouro
Riniti
domingo, 23 de janeiro de 2011
Frase da semana, ou melhor, do ano!
"Estou me afastando de tudo que me atrasa, me segura, me engana e me retém...Fui ser feliz e não volto!"
Caio Fernando Abreu
Caio Fernando Abreu
sábado, 22 de janeiro de 2011
A Jordânia
A primeira parada da minha viagem foi Istanbul, não tenho muito o que contar da cidade, preciso voltar. O pouco que ví eu adorei mas não demos sorte com o tempo, pegamos neve e chuva ( olha o pajé aí genteeeee) e só fizemos o básico mesmo.
Deu pra perceber que a cidade é maravilhosa mas o tempo realmente atrapalhou.
Por sorte encontramos o Ata, um turco sangue bom, ex namorado de uma amiga e o melhor anfitrião que alguém pode ter. Ele nos levou a uns lugares nada turísticos e uns restaurantes maravilhosos.
Conseguimos visitar a Mesquita Azul, a Basílica de Santa Sofia (Hagia Sophia) e o Palácio Topkaki.
Era hora de seguir viagem para a Jordânia...
Pensem em um lugar lindo, pensem em um lugar mágico...é a Jordânia!
Se tudo corresse como imaginado eu iria tomar chá com Rânia e nos tornaríamos bff.
Nem tudo saiu como eu queria mas o país é lindo.
Primeira parada foi Amman, a Cidade Branca.
Sim, Amman é branca e as vezes bege. Não há uma só casa colorida na cidade.
Mesmo assim amei. A noite a gente jogava boliche no hotel e aproveitava pra tomar cerveja porque lá, mesmo em lugares turísticos, a cerveja é sem álcool e , como diria meu amigo Diego, "eu não sou obrigada!".
Um dia fomos visitar uns castelos no deserto e pegamos uma tempestade de areia, ou "tormenta de arena como dizia o Muhammed nosso guia.
Aliás, Muhammed nos países árabes é pleonasmo, se você gritar todos respondem.
Essa passeio foi surrealista, chegamos no deserto, debaixo da tempestade, tudo branco, nada ao redor e lá, bem no meio da nada, um beduíno e sua tenda onde tomamos o melhor chá da viagem. Quente e saboroso.
De quebra, ele emprestou seu casaco a minha filha, estava um frio de rachar e ela usou para visitar os castelos.
A hospitalidade do povo Jordano é incrível, eles fazem tudo para te agradar e sem esperar nada em troca, bem diferente do egípcio. Mas isso é um post a parte.
Outra visita maravilhosa foi a Jerash, uma cidade linda e também ao Mar Morto.
Se tem uma coisa que posso afirmar é que ele é salgado pra c*
Caí na asneira de provar a água, já que estava frio e nadar estava fora de opção Bastou enconstar o dedo na língua para entender porque o mar é "morto". E olha que eu gosto de sal viu!
Pois é, não tive a experiência de boiar naquelas águas mas, em compensação, trouxe tanta lama que terminarei 2011 com a pele de pêssego.
2012 que me aguarde!!!
Também fomos ao Monte Nebo, sim, foi de lá que Moisés avistou a Terra Prometida. Eu tive menos sorte que Moisés, estava nublado e não deu pra enxergar.
Enfim, visitamos tanto templo, tanta ruína, tanta igreja, que a ordem cronológica está um pouco confusa na minha cabeça.
O fato é que a Jordânia vale a pena, e ainda tinha Petra que merece um post inteiro dedicado a ela.
Aguardem posts dos próximos capítulos!
Deu pra perceber que a cidade é maravilhosa mas o tempo realmente atrapalhou.
Por sorte encontramos o Ata, um turco sangue bom, ex namorado de uma amiga e o melhor anfitrião que alguém pode ter. Ele nos levou a uns lugares nada turísticos e uns restaurantes maravilhosos.
Conseguimos visitar a Mesquita Azul, a Basílica de Santa Sofia (Hagia Sophia) e o Palácio Topkaki.
Era hora de seguir viagem para a Jordânia...
Pensem em um lugar lindo, pensem em um lugar mágico...é a Jordânia!
Se tudo corresse como imaginado eu iria tomar chá com Rânia e nos tornaríamos bff.
Nem tudo saiu como eu queria mas o país é lindo.
Primeira parada foi Amman, a Cidade Branca.
Sim, Amman é branca e as vezes bege. Não há uma só casa colorida na cidade.
Mesmo assim amei. A noite a gente jogava boliche no hotel e aproveitava pra tomar cerveja porque lá, mesmo em lugares turísticos, a cerveja é sem álcool e , como diria meu amigo Diego, "eu não sou obrigada!".
Um dia fomos visitar uns castelos no deserto e pegamos uma tempestade de areia, ou "tormenta de arena como dizia o Muhammed nosso guia.
Aliás, Muhammed nos países árabes é pleonasmo, se você gritar todos respondem.
Essa passeio foi surrealista, chegamos no deserto, debaixo da tempestade, tudo branco, nada ao redor e lá, bem no meio da nada, um beduíno e sua tenda onde tomamos o melhor chá da viagem. Quente e saboroso.
De quebra, ele emprestou seu casaco a minha filha, estava um frio de rachar e ela usou para visitar os castelos.
A hospitalidade do povo Jordano é incrível, eles fazem tudo para te agradar e sem esperar nada em troca, bem diferente do egípcio. Mas isso é um post a parte.
Outra visita maravilhosa foi a Jerash, uma cidade linda e também ao Mar Morto.
Se tem uma coisa que posso afirmar é que ele é salgado pra c*
Caí na asneira de provar a água, já que estava frio e nadar estava fora de opção Bastou enconstar o dedo na língua para entender porque o mar é "morto". E olha que eu gosto de sal viu!
Pois é, não tive a experiência de boiar naquelas águas mas, em compensação, trouxe tanta lama que terminarei 2011 com a pele de pêssego.
2012 que me aguarde!!!
Também fomos ao Monte Nebo, sim, foi de lá que Moisés avistou a Terra Prometida. Eu tive menos sorte que Moisés, estava nublado e não deu pra enxergar.
Enfim, visitamos tanto templo, tanta ruína, tanta igreja, que a ordem cronológica está um pouco confusa na minha cabeça.
O fato é que a Jordânia vale a pena, e ainda tinha Petra que merece um post inteiro dedicado a ela.
Aguardem posts dos próximos capítulos!
Assinar:
Postagens (Atom)

